Política: democracia e ignorância
Não há época melhor para se falar de política do que em ano eleitoral. As pessoas costumam ficar mais interessadas no assunto. Mas, fora deste período o que mais se vê é gente batendo no peito e dizendo com orgulho que “odeia política”. Uma pena! Pois, os que a amam estão se dando bem nela e não querem “largar o osso”.
Ao que parece, colocaram “mel” nesse “osso”, porque cada vez mais pessoas estão “interessadas” nisso. Pelo menos no Brasil, qualquer um pode se candidatar a altos cargos públicos, com base numa Constituição que teoricamente diz que todos são iguais perante a lei. Para cuidar de um país como o nosso, com mais de 8,5 milhões de quilômetros quadrados e com uma população próxima dos 200 milhões não é necessário ter nível superior. Basta saber assinar o nome! “Simples, assim!”. Querem administrar um país como se tivessem tomando conta de um boteco. Mas, lembre-se de que quem pode estar “bêbado” é o eleitor!
É muito mais fácil um indivíduo obter sucesso numa carreira política do que num concurso público para auxiliar administrativo ou gari, por exemplo. Para isto é preciso fazer provas dificílimas, sem contar que são pagas e podem chegar até 10% do salário ofertado! Se exige tanto de um concursado, que os vitoriosos podem se considerar mais sortudos do que se tivessem ganhado na loteria.
Qual a função de um governador ou de um deputado?: Isso se aprende depois que assumir o cargo! Tem gente que pensa que é tudo igual, que o negócio é só prometer casas, hospitais, construir escolas e melhorar a segurança pública. Esta é tarefa do Poder Executivo (presidente, governador e prefeito) e não do Legislativo (senador, deputado e vereador), cuja atividade é criar leis.
Infelizmente, ou como eu diria em algum dos meus textos em espanhol, “desafortunadamente”, a política passou a ser um esporte de “alpinismo social”. Todos querem ganhar muito, trabalhar pouco (Ou não fazer nada. Pelo menos é o que está no inconsciente coletivo!), ter imunidade parlamentar (não pode ser preso se ficar devendo pensão alimentícia) e, dependendo do cargo exercido, pensão vitalícia.
O horário eleitoral gratuito é um “porre”: o jornal começa mais cedo, a novela, mais tarde. São minutos infernais que parecem eternos, mostrando diversas pessoas que não sabem nem falar! O que deveria servir de orientação política simplesmente vira uma piada (e Você não pode zombar, porque estaria desrespeitando uma lei!). É importante ressaltar que “seus” governantes também vão se comunicar com gente de todo o mundo: líderes mundiais, artistas, intelectuais, jornalistas e outras personalidades públicas.
O período de eleições se torna um bombardeio completo: os amigos de hoje viram rivais daqui a pouco, e por aí vai. Todos se criticam. No fim todos caem nos mesmos pecados que seus antecessores: um deles é colocar a “parentada” inteira pra trabalhar.
O eleitor brasileiro – quase que generalizando – sofre de amnésia: esquece tudo o que o candidato em quem votou prometeu, e que não cumpriu. Deveria haver uma lei em que os políticos fossem obrigados a registrar em cartório o que prometessem, e fossem punidos, caso não cumprissem. Ah, impossível, se são eles que criam as leis! Seria o mesmo que dá um tiro no próprio pé!
Uma verdade: o povo brasileiro já está de “saco cheio” com os “doutores” que cuidaram desse país, que agora está apelando pra tudo.
A última moda é dizer que é “Ficha Limpa”. Isto não deveria ser mérito, e sim obrigação de todo o candidato. São os próprios políticos reconhecendo-se como uma maçã “aproveitável” num cesto podre.
Todo mundo pensa que é obrigado a votar, mas não é: o seu dever cívico é comparecer em algum colégio eleitoral, assinar o nome (ou colocar o dedo sujo de tinta num pedaço de papel), digitar algo na “maquininha” e ir embora. Tem gente que ainda pensa que voto nulo ou em branco vai para algum político. Isto já não existe mais! No entanto, ninguém esclarece isso pra Você, eleitor(a)!
Apesar de o Brasil se dizer uma “democracia”, infelizmente, todos temos que sair de casa em pleno domingo, enfrentar uma fila enorme, perder a nossa praia só pra “votar” (o que contrasta com o que se prega, levando-se em conta que democracia significa o “governo do povo”). Talvez, se o voto não fosse obrigatório, os políticos se esforçariam mais com atitudes para conquistar a simpatia dos eleitores do que com promessas de um amanhã que nunca chega.
Ao que parece, colocaram “mel” nesse “osso”, porque cada vez mais pessoas estão “interessadas” nisso. Pelo menos no Brasil, qualquer um pode se candidatar a altos cargos públicos, com base numa Constituição que teoricamente diz que todos são iguais perante a lei. Para cuidar de um país como o nosso, com mais de 8,5 milhões de quilômetros quadrados e com uma população próxima dos 200 milhões não é necessário ter nível superior. Basta saber assinar o nome! “Simples, assim!”. Querem administrar um país como se tivessem tomando conta de um boteco. Mas, lembre-se de que quem pode estar “bêbado” é o eleitor!
É muito mais fácil um indivíduo obter sucesso numa carreira política do que num concurso público para auxiliar administrativo ou gari, por exemplo. Para isto é preciso fazer provas dificílimas, sem contar que são pagas e podem chegar até 10% do salário ofertado! Se exige tanto de um concursado, que os vitoriosos podem se considerar mais sortudos do que se tivessem ganhado na loteria.
Qual a função de um governador ou de um deputado?: Isso se aprende depois que assumir o cargo! Tem gente que pensa que é tudo igual, que o negócio é só prometer casas, hospitais, construir escolas e melhorar a segurança pública. Esta é tarefa do Poder Executivo (presidente, governador e prefeito) e não do Legislativo (senador, deputado e vereador), cuja atividade é criar leis.
Infelizmente, ou como eu diria em algum dos meus textos em espanhol, “desafortunadamente”, a política passou a ser um esporte de “alpinismo social”. Todos querem ganhar muito, trabalhar pouco (Ou não fazer nada. Pelo menos é o que está no inconsciente coletivo!), ter imunidade parlamentar (não pode ser preso se ficar devendo pensão alimentícia) e, dependendo do cargo exercido, pensão vitalícia.
O horário eleitoral gratuito é um “porre”: o jornal começa mais cedo, a novela, mais tarde. São minutos infernais que parecem eternos, mostrando diversas pessoas que não sabem nem falar! O que deveria servir de orientação política simplesmente vira uma piada (e Você não pode zombar, porque estaria desrespeitando uma lei!). É importante ressaltar que “seus” governantes também vão se comunicar com gente de todo o mundo: líderes mundiais, artistas, intelectuais, jornalistas e outras personalidades públicas.
O período de eleições se torna um bombardeio completo: os amigos de hoje viram rivais daqui a pouco, e por aí vai. Todos se criticam. No fim todos caem nos mesmos pecados que seus antecessores: um deles é colocar a “parentada” inteira pra trabalhar.
O eleitor brasileiro – quase que generalizando – sofre de amnésia: esquece tudo o que o candidato em quem votou prometeu, e que não cumpriu. Deveria haver uma lei em que os políticos fossem obrigados a registrar em cartório o que prometessem, e fossem punidos, caso não cumprissem. Ah, impossível, se são eles que criam as leis! Seria o mesmo que dá um tiro no próprio pé!
Uma verdade: o povo brasileiro já está de “saco cheio” com os “doutores” que cuidaram desse país, que agora está apelando pra tudo.
A última moda é dizer que é “Ficha Limpa”. Isto não deveria ser mérito, e sim obrigação de todo o candidato. São os próprios políticos reconhecendo-se como uma maçã “aproveitável” num cesto podre.
Todo mundo pensa que é obrigado a votar, mas não é: o seu dever cívico é comparecer em algum colégio eleitoral, assinar o nome (ou colocar o dedo sujo de tinta num pedaço de papel), digitar algo na “maquininha” e ir embora. Tem gente que ainda pensa que voto nulo ou em branco vai para algum político. Isto já não existe mais! No entanto, ninguém esclarece isso pra Você, eleitor(a)!
Apesar de o Brasil se dizer uma “democracia”, infelizmente, todos temos que sair de casa em pleno domingo, enfrentar uma fila enorme, perder a nossa praia só pra “votar” (o que contrasta com o que se prega, levando-se em conta que democracia significa o “governo do povo”). Talvez, se o voto não fosse obrigatório, os políticos se esforçariam mais com atitudes para conquistar a simpatia dos eleitores do que com promessas de um amanhã que nunca chega.



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