sábado, 2 de maio de 2009

Amorlogia: A ciência que Estuda o Amor

“Amorlogia” se define como a ciência que estuda os fenômenos do amor no ser humano, seus aspectos positivos e negativos e sua influencia no comportamento. Quem o estuda?: Psicólogos, filósofos, poetas, escritores, cineastas, artistas e muitos apaixonados pelo tema.


 


A primeira manifestação do amor foi a de origem Divina, quando Deus criou a Terra e o homem, depois quando não permitiu que Abraão sacrificasse o próprio filho, e por último, porque quis dar outra oportunidade ao ser humano, atendendo um pedido de Noé.


 


Positivamente, o amor ajuda a tornar um indivíduo melhor, despertando suas qualidades e incentivando a exercer o bom caráter. Negativamente, ele é responsável por sensações de vingança, raiva e inveja, trazendo os sentimentos escuros de uma pessoa. Em geral, é quem não tem um amor ou não ama de verdade que possui tais sentimentos.


 


Existem vários tipos de amores, os mais importantes são: o materno/paterno (entre pais e filhos), fraterno (entre amigos) e o amor sexual (entre duas pessoas que mantém uma relação sexual). O amor platônico é apenas uma das categorias do amor sexual, que neste caso não se realiza, ficando somente na mente insistente do apaixonado.


 


O amor é o sentimento de bondade que se tem por determinada pessoa. É uma espécie de alegria e satisfação pelas qualidades que alguém possui. Ama-se alguém por ter recebido certos cuidados em vida, como um filho que ama os pais. Ama-se um amigo pela convivência, por saber que se pode tê-lo quando for necessário: para ouvir lamentações, ajudar em algum problema, guardar segredos etc. A respeito do amor sexual, tudo é combinação entre o instinto e a razão: o desejo pelo corpo alheio, o carinho que se dá a outra pessoa e suas demais qualidades são alguns dos motivos para que um indivíduo se sinta encantado por alguém.


 


De onde vem o amor?: Da admiração e/ou convivência. Se ele está no cérebro ou no coração, não importa, pois precisa estar nos dois lugares. Provavelmente o que se sente por uma pessoa está no coração, mas é na cabeça que se deve lembrar da fidelidade e do respeito pelo par.


 


O amor acalma o corpo e a alma. Para os amantes, por exemplo, o prazer que um dá ao outro é uma maneira de dizer que se gosta de alguém. O corpo se descarrega das energias negativas e do estresse da vida diária, enquanto que a alma se alegra por saber que tem alguém que lhe admira.


 


O amor também dá provas de existência: abraço, beijo, carinho, silencio, fidelidade, respeito, admiração, verdade. Tudo o contrário disso não é prova de amor, mas de mentira e falsidade. No entanto, tem algumas coisas que deixam em dúvida se é amor ou outro tipo de sentimento: ciúmes, raivas, medo etc.


 


Para não se perder o amor de uma pessoa, muita gente é capaz de fazer tudo pra manter uma amizade ou paixão, ou também pra não decepcionar alguém. Às vezes, por amor se conta mentiras e se mudam algumas verdades, porque a verdadeira verdade poderia causar muita dor. Erra-se muito mais por amor do que por inveja ou qualquer outro sentimento. O medo de se perder a confiança de alguém é o responsável por todo o fracasso em um relacionamento, pois o outro se sente traído, um idiota que deu seu voto de confiança para alguém, no qual pensava ser o melhor ser do mundo e, no entanto, não valia à pena.


 


O amor transforma as pessoas em heróis e vilãos. Os que resistiram aos preconceitos das famílias e da sociedade são vencedores, porque o sentimento que um sentia pelo outro foi mais forte, contudo, os que não tiveram um amor de verdade e agem de modo egoísta, não permitindo que outros o conheçam, se tornaram monstros, pois a única coisa que se leva neste mundo é o que está armazenado na alma, pois comida e dinheiro continuam aqui para os outros desfrutarem do sacrifício alheio.


 


No fundo, somos todos objetos de estudo quando o assunto é amor, e provavelmente esta é a matéria que todos querem realmente estudar, pois são muitas as lições que se aprende, e mesmo assim não se é capaz de conhecer tudo sobre isso, pois toda pessoa é diferente e seu comportamento é o que decide o destino de um casal.


 


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